O samba volta a contagiar a Ria e todos os que vivem à volta dela

 

 

Não é preciso saber sambar. Basta deixar o corpo ir, balançar ao ritmo da música. A alegria toma conta do resto. Porque, afinal, o que se pretende é que a música seja motivo de festa. Este domingo, o desafio volta a ser lançado. Vem aí mais um “Samba na Ria”, uma Roda de Samba, promovida por Nuno Bastos e Rafael Campanile, em parceria com o Avenida Café-Concerto e o Palco Central.

 

Para quem não sabe, fica a explicação: uma roda de samba é uma manifestação muito comum nas cidades do Rio de Janeiro, Salvador e de São Paulo, Brasil, e o equivalente às jam sessions do jazz. São eventos que reúnem um grande número de pessoas que cantam e dançam em torno de uma mesa, onde os músicos tocam os instrumentos e cantam.

 

Em Aveiro, a aventura começou no final de 2018 e, desde então, não tem parado de crescer e de conquistar cada vez mais fãs. A que se deve o sucesso? Rafael Campanile aponta três fatores: “a paixão e empenho” das pessoas que trabalham no evento, o espaço “fantástico” onde o evento decorre, e o “talento do Nuno “.

 

As últimas edições têm contado casa cheia. Muitos brasileiros, é um facto – são cada vez mais os que escolhem o nosso país para viver -, mas também muitos portugueses. Talvez mais de metade sejam portugueses, aponta Rafael Campanile. Prova de que “o samba não é mais brasileiro, ele é do mundo”, exalta o músico e diretor do Palco Central.

 

O que podemos esperar em relação ao “Samba na Ria” deste domingo, 28 de abril? “Muita música, muita animação, as melhores caipirinhas de Aveiro, as tradicionais coxinhas e quibes. Além da participação de vários amigos músicos que sempre aparecem para cantar e tocar algumas músicas”, assegura Rafael Campanile.

 

O encontro está marcado para as 18h00. E todos estão convidados a entrar no ritmo, na roda, na festa (bilhetes a 4 euros).

 

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