“Terra de Sonhos” em exposição no Jardim do Rossio até 24 de julho

 

 

 

“Terra de Sonhos” é o título da exposição fotográfica que está patente no Jardim do Rossio, em Aveiro, até 24 de julho. Da autoria de Cristina García Rodero, a mostra reflete a vida quotidiana dos habitantes de Anantapur, no Estado de Andhra Pradesh, uma das zonas mais pobres da Índia, onde vivem as comunidades mais desfavorecidas e vulneráveis do país.

 

A exposição, que integra a programação do Festival dos Canais, faz parte do programa “Arte na Rua”, através do qual o BPI e a Fundação “la Caixa” pretendem aproximar a arte às pessoas, fora do contexto habitual dos museus e das salas de exposições.

 

Em “Terra de Sonhos”, a fotógrafa espanhola Cristina García Rodero mostra, sem complexos, a singularidade e assimetria do mundo rural da Índia, através de registos fotográficos de grande dimensão que podem ser visitados de forma livre (e gratuita).

 

Um cenário onde o passado se confunde com o presente, o natural com o sobrenatural e com o fantástico é a proposta desta exposição que, através de fotografias, pretende dar voz às mulheres das comunidades rurais de Anantapur (Andhra Pradesh) e destacar o seu poder para transformar o ambiente em que vivem. Teimosa e desmedida, Cristina García Rodero soube mergulhar neste mundo, fundir-se na alegria e no sofrimento de quem cobre com cor e elegância os contrastes da sua própria existência.

 

A exposição pode ser visitada todos os dias de forma livre, estando disponíveis visitas guiadas permanente aos sábados, às 18 horas, e aos domingos, ao meio-dia. É ainda possível solicitar visitas guiadas individuais e para grupos, mediante marcação prévia através do 800780344.

 

A sessão de inauguração aconteceu esta terça-feira e contou com a presença do presidente honorário do BPI e curador da Fundação “la Caixa”, Artur Santos Silva, e do presidente da câmara de Aveiro, Ribau Esteves, além da própria artista.

 

Artur Santos Silva assumiu ter especial prazer em trazer esta exposição até Aveiro, não só por a cidade ser capital de uma região que tem “das economias mais dinâmicas do país” e “uma das universidades que mais se tem afirmado”. “É uma cidade do futuro, do presente e que no passado deu contributos muito importantes para que Portugal vivesse num quadro democrático”, acentuou.

 

 

 

 

 

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