Comissão de cogestão da Reserva de São Jacinto reúne pela primeira vez

 

A comissão de cogestão da Reserva Natural das Dunas de São Jacinto reuniu ontem, dia 14 de abril, pela primeira vez, depois de o Governo ter determinado a sua composição.

 

Este grupo, designado a cada quatro anos, terá como missão “a implementação de uma dinâmica de gestão de proximidade, em que as diferentes entidades colocam ao serviço da Reserva Natural das Dunas de São Jacinto o que de melhor têm para oferecer”, afirma a câmara municipal de Aveiro, em comunicado. Pretende-se uma gestão “participativa, colaborativa e articulada” que possibilite maior eficácia na “salvaguarda dos valores naturais e na resposta às solicitações da sociedade”, gerando “uma relação de maior proximidade aos cidadãos”.

 

Nesta reunião inaugural, realizada nas instalações de apoio àquela área protegida, trataram-se “matérias respeitantes ao funcionamento da nova estrutura, ao seu plano de atividades e ao plano de cogestão”.

 

Esta comissão de cogestão é presidida pela câmara municipal de Aveiro e dela fazem parte a diretora regional do Centro do ICNF – Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas –, o reitor da Universidade de Aveiro, um representante do CNE – Corpo Nacional de Escutas – designado pela Confederação Portuguesa das Associações de Defesa do Ambiente (neste caso, a associação de escuteiros católicos nomeou o Chefe Regional de Aveiro), os presidentes da Associação Florestal do Baixo Vouga e da Associação Portuguesa de Empresas de Congressos, Animação Turística e Eventos e o diretor-geral do RAIZ – Instituto de Investigação da Floresta e Papel.

 

 

No mesmo dia, nas instalações do Centro Nacional de Formação Ambiental de São Jacinto, teve lugar a assinatura do protocolo entre o CNE e o ICNF, que aumenta em 20 anos o período de cedência daqueles terrenos aos escuteiros para o funcionamento daquele centro escutista e de educação ambiental.

 

Segundo a autarquia aveirense, este foi “o culminar de um processo importante que contou com a intervenção direta de Ribau Esteves junto do presidente do ICNF”. “A formalidade agora cumprida é fundamental para que se inicie o processo, já acordado entre as partes, de financiamento, por parte do município, dos investimentos de qualificação deste centro” que o CNE vai executar.

 

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