O IPAM celebra as suas quatro décadas de história com o lançamento do livro “IPAM – 40 Anos”, da autoria do aveirense Gonçalo Caetano Alves, fundador do Instituto Português de Administração de Marketing. Mais do que um registo histórico, esta obra é "uma homenagem a todos os que ajudaram a construir a primeira escola de marketing de Portugal e a transformá-la num marco do ensino superior e da inovação académica".
O livro é apresentado no IPAM Porto, esta terça-feira, a 11 de novembro, e no IPAM Lisboa, a 12 de novembro, em duas sessões abertas à comunidade académica, alumni e público externo, com a presença do autor e de convidados que marcaram o percurso da instituição que também teve uma escola em Aveiro durante mais de 25 anos.
“Este livro é uma memória viva e uma declaração de gratidão”, escreve Gonçalo Caetano Alves, que fundou o IPAM em 1984, num tempo em que o marketing era ainda uma palavra rara no vocabulário académico português. O autor revisita a génese de uma escola nascida da convicção e da coragem de um grupo de estudantes e professores que acreditaram que a educação podia ser uma forma de empreendedorismo e liberdade.
Entre a história pessoal e a memória coletiva, “IPAM – 40 Anos” resgata os primeiros gestos, as reuniões em cafés do Porto, os debates noturnos e a convicção de que era possível criar onde nada existia. A obra acompanha a evolução da instituição ao longo de quatro décadas, o seu crescimento em Lisboa e Aveiro, e o impacto que teve na formação de milhares de profissionais e na transformação do ensino do marketing em Portugal.
Como sublinha o autor, “a verdadeira herança de uma escola não são os seus edifícios, mas as pessoas que nela aprenderam a ousar e a sonhar”.
“Celebrar 40 anos é celebrar o impacto que o IPAM teve na vida de quem por aqui passou, e na forma como o marketing é entendido e praticado em Portugal”, sublinha, por seu turno, Daniel Sá, diretor executivo do IPAM. “Este livro é um tributo à visão dos que começaram e um convite para continuarmos a transformar vidas através do conhecimento”, acrescenta.