A notícia chegou em jeito de prenda de Natal. A candidatura “Barco Moliceiro: Arte da Carpintaria Naval da Região de Aveiro” foi aceite e inscrita na Lista do Património Cultural Imaterial que necessita de Salvaguarda Urgente da UNESCO. São boas notícias para a região que vê agora este importante património reconhecido à escala mundial.
Também esta semana soube-se que já nomeada a futura administração do Porto de Aveiro e do Porto da Figueira da Foz, a qual iniciará funções a 1 de janeiro (mandato 2026-2028). Maria Teresa Belém Correia Cardoso, antiga presidente da Câmara de Anadia, assumirá a presidência do conselho de administração, tendo como vogais Rogério Carlos, antigo vice-presidente da Câmara de Aveiro, e Valter Rainho.
A semana ficou ainda marcada pelos impactos da greve geral da passada quinta-feira, que afetou vários setores de atividade, nomeadamente os serviços de saúde e as escolas. No distrito de Aveiro, segundo avançou a Rádio Terranova, tendo por base o balanço feito pela CGTP, a adesão à greve geral constituiu “êxito assinalável”.
Mesmo a terminar a semana, soube-se que o plano de pormenor do Cais do Paraíso vai regressar à Assembleia Municipal de Aveiro. O PS quer um referendo sobre o Cais do Paraíso e o Chega quer falar diretamente com o investidor para perceber se existe flexibilidade na proposta de implantação de um hotel nos terrenos à entrada da cidade, noticia a Rádio Terranova.
Honras de destaque também para Maria Loureiro, natural de Aveiro, bioengenheira de 26 anos a trabalhar em Inteligência Artificial aplicada à saúde, foi selecionada como uma das apenas 50 jovens líderes mundiais para participar na Reunião Anual do Fórum Económico Mundial em Davos, Suíça, de 19 a 23 de janeiro de 2026.
Esta semana, a Aveiro Mag esteve à conversa com mais um dos cinco novos presidentes de câmara da região. O jornalista Afonso Ré Lau entrevistou Rui Cruz, que regressa à presidência da Câmara de Vagos com a promessa de manter a mesma forma de servir, mas com a experiência acumulada de quem conhece profundamente o território e os seus desafios. Entre prioridades como a reorganização dos serviços municipais, a criação de uma nova geração de habitação municipal, o reforço dos cuidados de saúde de proximidade e a ambicionada ligação da Zona Industrial à A17, o autarca traça neste início de mandato uma estratégia que quer ver traduzida em resultados visíveis já nos próximos quatro anos.
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