O novo ciclo de programação do Cineteatro Alba, a iniciar já em abril, apresenta propostas que vêm ao encontro dos mais diversos gostos do público, do Jazz ao Rock, da dança contemporânea à fusão do teatro com a instalação.
Na área da Música, os UHF vão pisar o palco da Sala Principal na noite de 24 de abril com o espetáculo “Quando os cavalos subiram a Rua do Carmo”, integrado nas comemorações do 25 de Abril. Outro grande nome da música nacional a marcar presença em Albergaria-a-Velha (9 de junho) é António Zambujo, que traz na bagagem o mais recente trabalho discográfico “Oração ao Tempo”.
Do panorama artístico internacional, o destaque vai para Adam Ben Erza Duo a 8 de maio. O concerto, inerido no CAMPUS JAZZ 2026 da Universidade de Aveiro, propõe uma experiência imersiva de contrabaixo e bateria, onde a improvisação e o desenho melódico se entrelaçam num discurso vivo e surpreendente. Do Jazz para as Músicas do Mundo, Davide Ambrogio mistura as melodias tradicionais da sua Itália natal com eletrónica num espetáculo Festim, a 13 de junho.
No ciclo ÀS QUINTAS, com as novas vozes da música portuguesa, o público pode assistir a café-concertos com Jasmim (30 de abril) e Nuno Norte com Carlos Raposo, que apresentam “Entre canções e memórias” (18 de junho).
Para os mais novos e, no âmbito da celebração do Dia da Criança, “A viagem da Miss Cindy” passa pelo Cineteatro Alba a 1 de junho.
No Teatro, as propostas ultrapassam fronteiras para fundir-se com outras áreas performativas. Em “Medeia”, parte-se do texto da escritora Hélia Correia para revisitar o universo mítico grego e a dimensão íntima da mulher e da deusa, com a direção artística de Pedro Ramos (17 de abril). “Quem inventou a partida não sabia o que era amar” mistura teatro experimental com instalação para refletir sobre a arquitetura afetiva e dissidente, numa criação de Mariana Sevila e Ruben Carneiro (21 de maio). Por fim, “Carrosel” celebra os 50 anos da História do Trigo Limpo – Teatro ACERT, subindo ao palco a 30 de maio.
As propostas na área da Dança são “Ressonâncias”, da Ordem do Ó, uma criação coreográfica em estreita relação com o Rio Vouga (6 de junho) e “A Idade da Ansiedade”, que parte da obra “The Age of Anxiety”, de Leonard Bernstein, para abordar a instabilidade do mundo contemporâneo, numa criação de Gael Domenger (25 de julho).