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Março traz música em dose tripla ao palco do GrETUA

Artes

 

 

O mês de março traz música em dose tripla ao GrETUA nos três primeiros sábados do mês. Dia 9 será Scúru Fitchádu a dar o ponto de partida. O projeto de Marcus Veiga junta em si as raízes africanas do próprio, com influências do funaná à música eletrónica. A música de Scúru Fitchádu não é meramente celebratória e festiva, contém também um lado mais escuro e visceral que serve para reforçar a mensagem de luta e resistência, segundo o próprio. Por baixo da dança e do suor é outra coisa que fica para além da felicidade libertadora: uma paz de quem se cansou no sentido certo.

A semana seguinte tem Mary Ocher como protagonista. A artista, sediada em Berlim, é outra coisa completamente diferente: compõe com uma delicadeza onírica, mesmo que o seu trabalho se associe, de igual forma, à luta contra o autoritarismo. A vida de cada um raramente se distingue do trabalho de cada qual, e o ser natural da Rússia (posteriormente emigrada em Israel e de lá já fugida), com pais  ucrânianos fugidos da segunda grande guerra não será estranho à fragilidade que convoca no seu trabalho, seja a voz simples e guitarra, seja no piano, seja na digitalização sobressaturada do que canta. É como se aí, assim como no mundo, também a não conseguíssemos agarrar.

Por fim, no dia 23, há dose tripla a fechar o trimestre. Sónia Trópicos (na foto), produtora e DJ, é muito mais do que a figura que convoca e desenhou, que não será estranha ao seu background enquanto designer e artista visual. A sua música é inteira construção: nas palavras de outros, é um mapa ornamentado do que podem ser, afinal, os ritmos lusófonos através da composição eletrónica. Faizal Mostrixx é outra coisa sendo quase a mesma, só que chegado do outro lado do mundo: do Uganda. A sua música é o caminho que a sonoridade africana faz a lançar-se para o amanhã, aliando a tecnologia e a eletrónica às tradições milenares. Por fim, o já muito nosso aveirense Lvx Obscvra, que não sabe olhar para trás sem correr para a frente, partirá exatamente do lugar em que Faizal nos deixou: o futuro nas teclas e nos sintetizadores na ponta dos dedos.

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