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Francisco Nunes e a vontade de vencer dentro de campo e fora dele

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Joga basquetebol há 18 anos e isso nunca o impediu de ter boas notas e fazer um percurso académico de sucesso. No fundo, passa a vida a marcar pontos. 

Rita Pessoa

Há atletas que se distinguem dentro de campo e também fora dele. Francisco Nunes é um deles. Tem 22 anos, é jogador de basquetebol, e isso nunca o impediu de marcar pontos na escola. Muito pelo contrário. Estuda Engenharia Aeroespacial, na Universidade de Aveiro, e está a jogar na Proliga, na equipa do Illiabum Clube. O segredo, acredita, talvez tenha sido a “falta de tempo” que sempre foi tendo. “O facto de sempre ter tido necessidade de gerir os horários das aulas e dos treinos foi-me ensinando a ser regrado e a gerir o meu tempo de forma muito certeira. E são práticas que ainda hoje tenho”, confessa, em conversa com a Aveiro Mag.

Nasceu no Porto, mas foi em Lousada que começou a dar os primeiros passos – na vida e no basquetebol. Tinha 5 ou 6 anos quando tentou convencer os pais a deixarem-no ir para o futebol. “Eles não queriam porque diziam que era um desporto muito violento e não tinham muito boas referências”, recorda. Por sugestão de uma colega da mãe, acaba por ir experimentar o basquetebol. Gostou tanto que nunca mais largou a bola.

Já lá vão 18 anos, repartidos entre o clube da sua terra, o Lousada, e o Maia. Nos últimos anos, rumou a Aveiro e ingressou no Esgueira e, mais recentemente, pelo Illiabum Clube.

Já foi campeão distrital sub 16, campeão da Proliga e foi chamado à Seleção Nacional nos europeus sub 16 e sub 18. “Curiosamente, o meu primeiro jogo oficial pela Seleção foi no Pavilhão do Illiabum. E lembro-me perfeitamente daquele momento de cantar o hino. Quando se está dentro do campo a representar o país é uma experiência única mesmo”, testemunha.

Fã incondicional do norte-americano Stephen Curry – diz que escolheu o número 30 precisamente por causa deste jogador da NBA -, Francisco Nunes também se deixou inspirar por alguns portugueses, nomeadamente Nuno Marçal, com quem acabou por se cruzar já no final da sua carreira, e José Barbosa, da Oliveirense. E não hesita na hora de defender a modalidade em Portugal. “Tenho pena que, no nosso país, não se consiga competir com o futebol. Sempre foi assim, mas espero que mude”, argumenta o jogador que tem trilhado o seu percurso desportivo a “viver um dia de cada vez”. Por essa mesma razão, não consegue responder com um sim ou um não à possibilidade de ir jogar para fora ou para um clube da Liga.

Dos filmes Star Wars ao estudo da engenharia aeroespacial

Francisco Nunes sempre se deixou fascinar pelas coisas relacionadas com o Espaço. Os filmes Star Wars ainda hoje são os seus preferidos e, segundo conta, não se cansa de os rever. “Desde pequeno que o Han Solo foi sempre a minha personagem favorita”, desvenda o jovem que, tal como tantos outros miúdos, também sonhou ser astronauta. Hoje, prefere ficar com os pés assentes na terra a estudar e a trabalhar em projetos aeroespaciais.

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“Gosto de pensar que tenho a possibilidade de trabalhar numa área que ainda está em expansão. Já sabemos muito sobre o Espaço, mas ao mesmo tempo é tão pouco. Ainda há tanto para descobrir, tanto para melhorar. Agora com o aparecimento da inteligência artificial há uma inúmera quantidade de possibilidades e eu gosto de pensar nisso. Não sabemos como é que vai estar o mundo daqui a 2, 3 anos, quanto mais daqui a 20 ou30”, enquadra.

 

* Crédito da foto Trevon Evans

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